Este poema, também da compilação Cruzadas Narcisistas, é dedicado à "arte inopinada", e é uma simples crítica ou objecção aos costumes induzidos apenas pela ética no comportamento de alguém.
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Eu vejo a inocência,
Em confronto com a decência,
Noções bem definidas,
Filosofias perdidas
No auge da monotonia.
Sabe-me a pouco,
Mas para ele é tanto!
Devo ter pena, sendo louco,
Ou ódio e raiva, quase pranto?
Estes dilemas dão-me azia...
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Eu vejo a inocência,
Em confronto com a decência,
Noções bem definidas,
Filosofias perdidas
No auge da monotonia.
Sabe-me a pouco,
Mas para ele é tanto!
Devo ter pena, sendo louco,
Ou ódio e raiva, quase pranto?
Estes dilemas dão-me azia...

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