Sono Mágico
Ainda da compilação Cruzadas Narcisistas, este poema é dedicado ao "Nirvana do Tempo", abordando e tentando-se reger por esse mesmo elemento.
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Os meus órgãos, já não são parte de mim,
Pelo menos por agora.
Os meus limites, estenderam-se até ao fim
E levaram-me embora,
Desta vida para fora,
Deste mundo para fora,
Para lá de Vila Moura,
Onde toda a gente chora;
A todos adeus.
Lágrimas, ânsias, tudo à mistura,
Mas acima de tudo com muita ternura,
Enquanto está ao meu alcance,
Pois estou a entrar no transe
Que de vez me levará.
Com este verso me vou!
Já está...
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Os meus órgãos, já não são parte de mim,
Pelo menos por agora.
Os meus limites, estenderam-se até ao fim
E levaram-me embora,
Desta vida para fora,
Deste mundo para fora,
Para lá de Vila Moura,
Onde toda a gente chora;
A todos adeus.
Lágrimas, ânsias, tudo à mistura,
Mas acima de tudo com muita ternura,
Enquanto está ao meu alcance,
Pois estou a entrar no transe
Que de vez me levará.
Com este verso me vou!
Já está...

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