Do vácuo pleno ao pleno vácuo
Da compilação LEC, mais este escrito:
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Fazendo uma sátira à inexistência das minhas inúmeras ideias, meus imensos pensamentos, todos os infindáveis estados de abstracção imaginária, faço porém também juz ao injusto mundo de forças que nos rodeiam, pressionantes, elevando-nos eufóricas e infalíveis para enfim nos libertar desde alturas diabólicamente ao serviço da estúpida lei da gravidade. Faço juz portanto ao discreto, inflexível, não por resignação mas por Natureza, Nada, que ao nos expôr a tudo o que fictíciamente nos ilude por dentro e nos transforma por fora, nos suga e depois nos esmaga. Absorvidos, resta ironizar-nos até ao derradeiro final dos nossos dias vazios...
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Fazendo uma sátira à inexistência das minhas inúmeras ideias, meus imensos pensamentos, todos os infindáveis estados de abstracção imaginária, faço porém também juz ao injusto mundo de forças que nos rodeiam, pressionantes, elevando-nos eufóricas e infalíveis para enfim nos libertar desde alturas diabólicamente ao serviço da estúpida lei da gravidade. Faço juz portanto ao discreto, inflexível, não por resignação mas por Natureza, Nada, que ao nos expôr a tudo o que fictíciamente nos ilude por dentro e nos transforma por fora, nos suga e depois nos esmaga. Absorvidos, resta ironizar-nos até ao derradeiro final dos nossos dias vazios...

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