Este é o último escrito da compilação LEC. À semelhança do que fiz com a "Cruzadas Narcisistas", omiti alguns deles.
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Matar-te-ia, chamando-te parasita, para que não mais me sugasses até à sofrida morte. Viver-te-ia... fora de questão! Devido à minha maior morbidez viva – Tu própria.
Resta-me aniquilar-nos, acabando com a tua colorida insipidez. Linda concepção da minha cegueira, derrotando-me em ti!
Morrer antes de sofrer; Matar para não mais te ver; Em sonhos te continuar a escrever, louco foragido da morta vida onde faltas tu... Sofrer para não morrer – é morrer! Faltam-me as forças, que ainda me sugas, penetrante; estou condenado e tu és a minha cruz; agarrado a ti, viverei até à derradeira liberdade.
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Matar-te-ia, chamando-te parasita, para que não mais me sugasses até à sofrida morte. Viver-te-ia... fora de questão! Devido à minha maior morbidez viva – Tu própria.
Resta-me aniquilar-nos, acabando com a tua colorida insipidez. Linda concepção da minha cegueira, derrotando-me em ti!
Morrer antes de sofrer; Matar para não mais te ver; Em sonhos te continuar a escrever, louco foragido da morta vida onde faltas tu... Sofrer para não morrer – é morrer! Faltam-me as forças, que ainda me sugas, penetrante; estou condenado e tu és a minha cruz; agarrado a ti, viverei até à derradeira liberdade.

1 Comments:
Já não lia há uns tempos algo que gostasse tanto.*
Filipe
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